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A busca do SANTO GRAAL

6 Dezembro, 2007 · Não Há Comentários

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O consumidor brasileiro de alta tecnologia, sempre em busca do Santo Graal mais trendy possível, agora tem um forte apelo para alcançar o Nirvana virtual. Poucos meses após o apoteótico lançamento nos Estados Unidos, o aguardado celular da Apple,  iPhone, desembarca em Terra Brasilis. A principio ilegalmente, por supuesto, sem prescindir do selo “la garantia soy yo”.

O aparelho, que é habilitado nos Estados Unidos somente pela AT&T, já pode ser utilizado com qualquer operadora GSM no Brasil após um desbloqueio relativamente simples, utilizando-se o próprio celular para download dos aplicativos necessários, como o anySIM, ou por alteração no hardware, um pouco mais complicado, pois exige a abertura do aparelho e solda de alguns fios.

Na rede pipocam várias ofertas de desbloqueio, oferecida por lojas e amadores, e para os que preferem o estilo do-it-yourself, vários sites indicam e até oferecem tutoriais detalhados do processo de desbloqueio.

Mas para quem consegue segurar a ansiedade, algumas operadoras nacionais já começaram as negociações com a Apple. Vivo e TIM ainda não têm previsão, mas segundo João Cox, presidente da Claro, a expectativa é de que o aparelho seja comercializado pela operadora até o final do ano que vem. 

Pedro Paulo de Oliveira Costa

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BRANDING EXPERIENCE

6 Dezembro, 2007 · Não Há Comentários

Há algum tempo, vem-se registrando um crescimento bastante significativo, divulgado pelos meios de comunicação, do novo fenômeno: o Branding Experience (experiência de marca). Trata-se do conceito de um novo modelo de criação e divulgação de marcas, antenado no domínio da divulgação, principalmente, nos veículos de comunicação digital, acompanhando o crescimento e desenvolvimento das tecnologias de comunicação de massa existentes na famosa “era do mundo globalizado e digitalizado”. 

O Branding Experience deve-se propagar ainda mais porque chega para acompanhar as novas e as futuras gerações que estão em contatos permanentes com os meios de comunicação virtuais e interativos, tomando lugar dos meios impressos. As novas gerações já nascem numa era — e a ela se integram — em que o celular serve para falar somente em último caso, haja vista as modalidades de meios de comunicação modernos: Waps, Blogs, Torpedos, Orkut, Messenger, PDAs, Skype, VoIP e vários sites de relacionamento e as famosas comunidades virtuais que  as visitam. 

Segundo pesquisa realizada pela Interbrand, as empresas que investem em Branding conseguiram elevar, em muito, o valor de suas ações, ao passo que as empresas que não têm preocupação com a marca estão com suas ações em declínio. O Branding é uma atividade interdisciplinar que não deve e nem pode ficar nas mãos de uma só pessoa. Não existe construção de marcas sem o envolvimento da alta gestão da empresa e o compromisso de que todas as pessoas cumprirão o que foi estabelecido na fase da estratégia, em cada um dos pontos de contato que a marca terá com as pessoas. A Internet, como se sabe, é um excelente meio de suporte para as ações de comunicação de marcas que visem à criação de experiência de marcas, relacionadas em campanhas sociais que combatem determinados produtos causadores de problemas para a saúde.

É o caso, por exemplo, da campanha direcionada contra o cigarro, que circulou durante muito tempo na web. Podemos considerar esse um excelente exemplo de criação de Brand, para uma causa relacionada à saúde humana, usando a rede mundial de Internet.  Esse cenário faz com que as ações de Branding Experience tomem corpo e, atualmente, sejam cruciais para as estratégias de comunicação e até de sobrevivência das marcas. Elas possibilitam também a interação dos usuários, como na campanha da marca de carros BMW, que pode ser utilizada e simbolizada como alto desempenho e facilidade de manobra, com a frase de destaque: “A moderna máquina de dirigir”. 

Nesse caso, a Brand serve também como processo de avaliação de compra de um produto — os atributos intangíveis e valores que a marca oferece desempenham papel diferenciador, que ultrapassam os atributos obrigatórios dos produtos. A Brand vai além dos formatos convencionais de mídia pois nesse tipo de estratégia também podem ser consideradas as customizações de páginas e de conteúdos e mais os arquivos que podem ser “baixados” pelos usuários gerando uma interatividade. 

Leonel Martins

Paula Menezes

Ursula Oliveira

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BEHAVIORISMO

6 Dezembro, 2007 · Não Há Comentários

O que seria Behaviorismo? Ou Comportamentalismo’? Ou Teoria Comportamental? Ou Análise Experimental do Comportamento? Ou Análise do Comportamento?

Lembrando das aulas de inglês, ‘behavior’ significa ‘comportamento’. John Watson, cientista americano que criou esse o termo, estudou muito, e usou vários ratinhos, para desenvolver esse termo intrigante do mundo da Psicologia. Segundo ele, o comportamento seria o novo objeto de estudo da Psicologia e que ele deveria ser estudado como função de certas variáveis do meio. Certos estímulos levam o organismo a dar determinadas respostas e isso ocorre por que os organismos se ajustam aos seus ambientes por meio de equipamentos hereditários e pela formação de hábitos.

O Behaviorismo dedica-se ao estudo das interações entre o indivíduo e o ambiente. Ele pode ser Metodológico que consiste na teoria explicativa do comportamento publicamente observável, radical que consiste numa filosofia da Psicologia, que se propõe a explicar o comportamento animal (humano e não humano) baseado no modelo de seleção por conseqüências e nos princípios do comportamento postulados pela Análise Experimental do Comportamento (AEC) e o Filosófico que consiste na teoria analítica que trata do sentido e da semântica das estruturas de pensamento e dos conceitos.

Skinner, sucessor do Watson trouxe conceitos bem práticos, o comportamento reflexo ou “não-voluntário” onde as respostas são produzidas por estímulos antecedentes do ambiente, são ações independente de uma aprendizagem. Já o comportamento operante está interligado basicamente a grande parte das ações e atividades humanas.O comportamento é apreendido diante do ambiente, desde escrever a ir ao banco, e há um reforço e motivação neste comportamento. Tudo para se criar um comportamento desejado no indivíduo. E prova dessa busca é o filme ‘Show de Truman – O Show da Vida’, com o Jim Carrey. Tudo é ali é real e nada é real. Há um paradoxo. Truman, o personagem principal, teve toda sua existência criada por alguém. Educado por reforços positivos e negativos, por reflexos condicionados, tudo era calculado. Ele cresceu de forma vigiada, num grande “Big Brother”.  

Na vida real temos este tipo de influência, mas não tão pesada. Ainda bem que controlar alguém não é tão possível, a mente humana não é tão simples, nós temos o subconsciente, a subjetividade, o que é único em cada um. E isso nos torna livres, pelo menos nos pensamentos.  

Jaky Salles

Rosemere Ribeiro

Thadeu Rossi

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